Cronologia
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Rio/Brasil -
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Final do Século 19
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1895 |
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1896 |
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Início do Século 20
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1908 |
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Anos 10
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1911
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1913 |
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1915 |
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Anos 20
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1922 |
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1923 |
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1924 |
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1925 |
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1927 |
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1928 |
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1929 |
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Anos 30
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1930 |
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1931 |
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1933 |
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1937 |
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1939 |
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Anos 40
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1941 |
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1941 |
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1942 |
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1945 |
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1946 |
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Anos 50
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1950 |
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1954 |
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1957 |
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1958 |
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1959 |
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1959 |
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Anos 60
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1960 |
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1961 |
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1962 |
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1963 |
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1964 |
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1965 |
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1967 |
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1968 |
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1969 |
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1970 |
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Anos 70
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1973 |
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1975 |
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1975 |
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1976 |
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1978 |
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-
Anos 80
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1980 |
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1981 |
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1992 |
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1983 |
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1985 |
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1986 |
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1989 |
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Anos 90
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1991 |
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1994 |
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1995 |
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1996 |
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1997 |
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1998 |
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1998 |
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2000 |
O cinema brasileiro retorna depois de 11 anos à mostra competitiva do Festival de Cannes com o longa Estorvo, de Ruy Guerra, baseado no romance de Chico Buarque, e o curta Três Minutos, de Ana Luíza Azevedo. Eu, Tu, Eles, de Andrucha Waddington, é bem recebido pela crítica internacional na mostra paralela Un Certain Regard. Mesmo exibido de modo restrito no país, com apenas quatro cópias, Cronicamente Inviável, de Sérgio Bianchi, causa polêmica pelo retrato que faz do Brasil. Castelo Rá-Tim-Bum – O Filme, de Cao Hamburger, é uma adaptação bem-sucedida do programa infantil da TV Cultura. Reunidos no 3º Congresso Brasileiro de Cinema, o primeiro realizado desde 1953, profissionais de diversas áreas assinam a Carta de Porto Alegre, documento que resume as dificuldades da produção nacional e propõe soluções ao governo e à iniciativa privada.
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2001 |
Com o filme “Bicho de Sete Cabeças”, da estreante Laís Bodanzky, o ator Rodrigo Santoro arrebata os principais prêmios de melhor ator dos festivais de cinema do país. A comissão nomeada pelo governo para escolher a produção brasileira que tentará a indicação ao Oscar de melhor filme estrangeiro indica “Abril Despedaçado”, de Walter Salles Jr. Por meio de medida provisória, o presidente Fernando Henrique Cardoso cria a Agência Nacional do Cinema (Ancine), órgão de fomento, regulação e fiscalização da indústria cinematográfica e videofonográfica, dotado de autonomia administrativa e financeira e vinculado diretamente à Presidência da República. A autonomia da agência é possibilitada pelos recursos obtidos com a Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine), em duas modalidades de recolhimento: por título e percentual de bilheteria.
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2002 |
O cineasta Gustavo Dahl é empossado como diretor-presidente da Ancine. A agência esvazia as atribuições do Ministério da Cultura na área do audiovisual ao assumir, entre outras atividades, o registro e conseqüente taxação de todos os filmes e vídeos produzidos ou lançados no Brasil, bem como a manutenção do acervo que registra a história do cinema no país. Estima-se que os recursos da Ancine alcancem 80 milhões de reais, superior à média movimentada pelas leis Rouanet e do Audiovisual (cerca de 65 milhões de reais). “Abril Despedaçado” é indicado para o Globo de Ouro, vencido por “Terra de Ninguém”, do bósnio Denis Tanovic, mas não é selecionado entre os cinco candidatos ao Oscar de filme estrangeiro. “Cidade de Deus”, de Fernando Meirelles, baseado em romance de Paulo Lins, participa fora de concurso da seleção oficial do Festival de Cannes, impressiona a crítica internacional e dá início a uma bem-sucedida carreira, com público superior a 3 milhões de espectadores no Brasil e direitos de distribuição vendidos para 62 países. O outro grande filme de ficção lançado no ano é “O Invasor”, de Beto Brant, prêmio de melhor filme latino-americano no Sundance Festival. O destaque do ano, no entanto, vem dos documentários, com “Edifício Máster”, de Eduardo Coutinho; “Ônibus 174”, de José Padilha; “Janela da Alma”, de João Jardim e Walter Carvalho; e “Rocha Que Voa”, de Eryk Rocha. Outro documentário, “Surf Adventures”, de Arthur Fontes, rompe barreira histórica para o gênero e tem 500 mil espectadores.
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2003 |
O ano é de grande sucesso para o cinema nacional, que registra aumento brutal de público – cerca de 220% – em comparação com 2002. Parte desse sucesso deve-se à estréia de “Casseta e Planeta – A Taça do Mundo É Nossa” e duas adaptações de programas da TV Globo: “Os Normais – O Filme” e “Lisbela e O Prisioneiro”, de Guel Arraes. “Carandiru”, de Hector Babenco, é uma das principais estréias de 2003 e ganha reconhecimento tanto de público quanto da crítica. O filme participa da seleção oficial do Festival de Cannes, ganha o prêmio de melhor filme no Festival de Havana e é o escolhido para representar o Brasil na indicação ao Oscar de filme estrangeiro de 2004. “Cidade de Deus”, de Fernando Meirelles, é reconhecido internacionalmente e ganha o prêmio de melhor filme estrangeiro de 2003, concedido pela Associação de Críticos de Nova York. Outras produções de destaque são: “Amarelo Manga”, de Cláudio Assis; O Homem que Copiava, de Jorge Furtado; Deus É Brasileiro, de Cacá Diegues; e “De Passagem”, de Ricardo Elias, vencedor do Festival de Gramado. Glauber o Filme, “Labirinto do Brasil”, de Sílvio Tendler, recebe os prêmios da crítica e do júri popular no Festival de Brasília. No mesmo festival, “Filme de Amor”, de Júlio Bressane, é o vencedor do troféu Candango de melhor filme. A edição de 2003 é considerada histórica, por selecionar obras experimentais e autorais.
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O anúncio de novos critérios para o patrocínio de projetos culturais, adotados pelas empresas estatais Eletrobrás e Furnas Centrais Elétricas, causam protestos de parte da classe cinematográfica, liderados pelo cineasta Cacá Diegues. Os novos critérios incluíam medidas de contrapartida social, vistas como dirigismo por esses artistas. O fato leva o Ministério da Cultura a concentrar as discussões sobre o patrocínio cultural de empresas estatais, o que antes era atribuição do Ministério das Comunicações.
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2004 |
“Diários de Motocicleta”, de Walter Salles, investe na biografia de juventude de Che Guevara e torna-se a grande aposta brasileira para prêmios internacionais. Os dois grandes campeões de público, ultrapassando a barreira dos 3 milhões de espectadores, são “Cazuza – O Tempo Não Pára”, de Sandra Werneck e Walter Carvalho, e “Olga”, de Jayme Monjardim. Outras produções significativas são: “Narradores de Javé”, de Eliane Caffé; “Benjamim”, de Monique Gardenberg; “De Passagem”, de Ricardo Elias; “O Outro Lado da Rua”, de Marcos Bernstein; “Filme de Amor”, de Júlio Bressane; “Querido Estranho”, de Ricardo Pinto e Silva; “Redentor”, de Claudio Torres; “Contra Todos”, de Roberto Moreira. Entre os documentários, destacam-se “Motoboys – Vida Louca”, de Caíto Ortiz, e duas produções que enfocam aspectos da trajetória do presidente Lula: “Peões”, de Eduardo Coutinho, trata de personagens desconhecidos que participaram das greves no ABC paulista, na época em que Lula era sindicalista; “Entreatos”, de João Moreira Salles, retrata os bastidores da campanha para a Presidência em 2002.
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O governo brasileiro dá início às discussões para a criação da Agência Nacional de Cinema e Audiovisual (Ancinav), órgão do Ministério da Cultura que regulamentaria a produção cinematográfica e televisiva brasileira. Esse projeto de lei é duramente criticado pelas distribuidoras, que temem uma política protecionista, e os que suspeitam de controle ideológico.
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Os treze melhores filmes nacionais de todos os tempos
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01 |
O Quatrilho (1995), de Fábio Barreto |
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02 |
Central do Brasil (1998), de Walter Salles |
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03 |
O Auto da Compadecida (2000), de Guel Arraes |
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04 |
Abril Despedaçado (2001), de Walter Salles |
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05 |
Lavoura Arcaica (2001), de Luiz Fernando Carvalho |
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06 |
Cidade de Deus (2002), de Fernando Meirelles |
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07 |
O Homem do Ano (2003), de José Henrique Fonseca |
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08 |
Casa de Areia (2005), de Andrucha Waddington |
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09 |
Cidade Baixa (2005), de Sérgio Machado |
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10 |
Tropa de Elite (2007), de José Padilha |
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11 |
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12 |
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13 |
Cinco Vezes Favela, Agora Por Nós Mesmos (2010) de Caca Diegues |
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Os treze melhores filmes nacionais de maior público
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01 |
. "Dona Flor e Seus Dois Maridos" |
1976 |
10.735.000 |
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02 |
. "A Dama do Lotação" |
1978 |
6.509.000 |
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03 |
. "Os Trapalhões nas Minas do Rei Salomão" |
1977 |
5.785.816 |
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04 |
. "Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia" |
1977 |
5.401.325 |
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05 |
. "Os Saltimbancos Trapalhões" |
1981 |
5.218.574 |
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06 |
. "Os Trapalhões na Guerra dos Planetas" |
1978 |
5.089.869 |
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07 |
. "Os Trapalhões na Serra Pelada" |
1982 |
5.043.082 |
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08 |
. "O Cinderelo Trapalhão" |
1982 |
5.027.043 |
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09 |
. "O Casamento dos Trapalhões" |
1988 |
4.779.027 |
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10 |
. "Os Vagabundos Trapalhões" |
1988 |
5.218.478 |
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11 |
. "2 Filhos de Francisco" |
2005 |
5.319.677 |
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12 |
. "Se eu Fosse Você 2" |
2009 |
6.112.851 |
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13 |
. "Tropa de Elite 2" |
2010 |
10.736.995 |
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